O Seminário Batista Regular da Amazônia tem se dedicado incansavelmente à formação de obreiros comprometidos com a Palavra de Deus, mantendo viva a chama do evangelho na região amazônica através do ensino sólido e da prática ministerial.
Os fundadores do Seminário foram Willard Stull e Albert Spieth, em 1949. Começou com dez alunos no edifício da Igreja Batista Regular de Cachoeirinha, que era a única Igreja do movimento em Manaus.
Havia somente mais outras duas Igrejas Batista Regulares naquele tempo: uma em Boa Vista (Roraima) e a outra em Rio Branco (Acre), formando os primeiros alicerces do trabalho batista regular na região Norte.
Dando ênfase ao trabalho prático junto com os estudos bíblicos, os professores evangelizavam em Manaus, nos bairros existentes. Como resultado, várias congregações começaram e depois foram organizadas em Igrejas.
Alguns professores e alunos andaram à pé para o local onde hoje está a Igreja Batista Regular da Graça enquanto outros pegavam o bonde, e depois indo de canoa para o bairro São Raimundo (porque não havia outro acesso para aquele bairro) iniciando assim a Igreja Batista Regular da Glória. Eles criaram pontos de pregações, geralmente nas casas de famílias crentes ou, pelo menos, interessadas no evangelho. Depois as próprias igrejas começaram esta prática de evangelização e agora estão gerando outras igrejas nesta cidade que tem crescido desde 1949.
Desde o início, o Seminário tem procurado dar ênfase ao ensino da Palavra de Deus. Como Paulo aconselhou seu filho na fé, Timóteo: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra."
"Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina". II Timóteo 3:16; 4:1-2
Os primeiros trinta anos do SEBRAM ficaram sob a responsabilidade dos missionários da Baptist Mid-Missions e tiveram como diretores Willard Stull, Albert Spieth, Garnete Trimble, David Stowell, Richard Wakefield e Bill Smallman.
Em Julho de 1979 a administração passou da Mid-Missions para um conselho autônomo, formado em sua maioria por pastores e irmãos da região, marcando uma importante etapa de nacionalização e autonomia do seminário.
A partir de Julho de 1979, o SEBRAM teve como diretores os pastores Sebastião Marcelice Gomes, Marcos Trimble, Manuel Morais, Raimundo Mendes Neto, Francisco Felício Poderoso, Mark Worden, Juvino de Souza Rodrigues, Roberto Lankford, Joanilson Azevedo Pinto e João Costa de Souza, Péricles Dantas, que está a frente do Seminário desde 2018, dando continuidade a este legado de excelência na formação teológica.